quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Honestidade



Pois não se trata da honestidade do amigo do alheio, mas aquela que devemos ter conosco próprios, aquela honestidade que possibilita que quando falamos com alguém o possamos fazer olhando nos olhos, aquela que nos permita encarar o espelho sem vergonha de quem somos e que nos deixe andar de cabeça erguida, aquela que nos permite discernir o que está certo do que está errado e nos deixa agir em conformidade.

Puta que pariu a Honestidade, que não me deixa fazer o que me dá na moina e ainda por cima faz-me ter estes discursos lamechas.

É dura como o aço, n pemite que se dobre á nossa vontade.

Enfim...como é que pode um tipo viver com estas porcarias na cabeça.

Nem dá para recalcar. Dasssss

sábado, 11 de agosto de 2007

O vinho



Outrora o nectar dos deuses, agora o meu, isto não fazendo de mim um bebedolas faz de mim um crente, sabemos do quanto acredito que o beber é um acto religioso, até pq ao longo dos tempos a sua ligação ao divino é recorrente, donde acho que um tributo é necessário ás virtudes que a todos os níveis o vinho tem.

Aqui fica com a devida vénia o tributo, evite-se contudo os exageros e fanatísmos em que em todas as prácticas religiosas há a tendência de se cair.

Ando sério e introspectivo, deve ser a falta do néctar...

Walk Alone



Pois é, de repente o futuro se apresenta como enorme, os caminhos são tantos e as escolhas muitas.
Assombroso e ao mesmo tempo entusiasmante, num misto de alegria extrema e de terror, pelo que, a única certeza que eu no presente tenho, é a de que esse futuro que aí vem é realmente uma incerteza.

Preciso de vacances...