Não é a obra literária, nem aquele que se compra ou que nos oferecem, mas um que é unico, que tem nome de mulher, docinho, tenho saudades desse perfume...
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
O Perfume...
Não é a obra literária, nem aquele que se compra ou que nos oferecem, mas um que é unico, que tem nome de mulher, docinho, tenho saudades desse perfume...
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Ontem...

...à noite...
...gostosa e húmida...
...aprecio muito...
...são noites especiais...
...ai o Outono (suspiro)...
...o quentinho da lareira...
...o ninho...
...gosto tanto de pão quentinho pela manhã...
...nota-se nos meus olhos o quanto me agradam estas noites assim...
...muito, muito, muuuuuiiiiiitooooooooo bem disposto ando eu, e isso realmente nota-se, e a culpa...
...ui a culpa...
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Logo se vê...

Logo se vê...
Nem é não, nem sim, nem sequer talvez, até porque não sería lógico substituir uma palavra por três, a menos que se queira complicar, quando oiço “logo se vê” fico com um travo adstringente na língua, mas não na ponta da língua, sabem onde a língua brinca com a laringe e roça-se com as amigdalas? É aí mesmo...
Que se quer dizer com logo se vê? O pragmatísmo que me assiste diz-me que existe a forte probabilidade de significar isso mesmo, mas fico sempre com a impressão que na ímpossibilidade do uso da expressão “logo se vê”, o provável sería o talvez, e aí IDEM, (coço a cabeça). Porque raio alguém usaría o talvez? Não serve para muito, o sim é para avançar, o não para parar, o talvez???? nem avança nem se detém, tem muito pouca serventia o talvez.
Observo que quem utiliza o talvez, ou o logo se vê (meu predilecto), não se apercebe do impacto que a palavra/expressão no seu significado tem, porque a nível de conceito, denuncía dúvida, procrastinação, adiar a resposta para mais tarde, mas denoto que quando confrontados com a palavra/expressão como resposta a alguma solicitação, ficam surpreendidos com o facto de lhes soar mal...ENTÃO NÃO USEM!!!!!!
Não é que me irrite, mas causa-me estranheza.
Por isso amanhã...logo se vê...talvez...volte cá.
sábado, 3 de novembro de 2007
Não pode...

Posso sim...
Claro que posso...
Posso fazer tudo...
Posso porque quero e porque sinceramente não há nada que eu me proponha fazer que não consiga.
E digo isto, não apenas porque o não posso causa-me arrepios e daqueles ruins, não apenas pelo facto de provocar-me um nojo muito particular, mas pela ídeia castradora que o conceito encerra.
Ahhhhh...não podes...
Nojo, puro nojo, como o nojo do cheiro a fritos, da gordura a descer pela goela abaixo, do esterco na sola do sapato, do whisky mal servido e adulterado.
Limites todos temos, mas porque raio é que havemos de querer saber dos nossos?
Não quero conhecer os meus...Por isso, determino que não tenho.
É justo...
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