segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Abelhas e Passarinhos



Desde ontem que apetece-me falar de Abelhas e passarinhos, e muito havería com toda a certeza a dizer acerca do tema, eheh, mais ainda porque tanto ontem como hoje esteve um dia muito lindo e propício ao voo tanto das abelhas como dos Passarinhos.

Agora este sorriso que tenho de orelha a orelha não o consigo tirar, e em abono da verdade não o quero perder, mas também podería discorrer acerca do tema Leoa. Mas não o vou fazer, vou antes continuar a rir que nem um parvo...

Também podia estar a falar de flores mas isso sería um bocado rabichola. Sim, porque Abelhas e passarinhos é tema de macho.

A ver se compro uma cama nova.

Ah e já agora a partir de hoje gosto muito de noites chuvosas.

Fui...

5 comentários:

Unknown disse...

Meu caro amigo sorridente,

Essa de abelhas e passarinhos retratarem dias prazenteiros é mesmo de quem não tem, (como eu tenho), um ninho de pombos, pombas ou outra entre as várias espécies que rodeiam o meu "aparteman", com passarinhos bébés, fofos dirias, mas extremamente famintos e ruidosos em sequência.E quando eu digo ruidosos digo guinchinhos constantes e aflitivos. Como psicóloga afirmaria mesmo que uma perturbação alimentar assola os ninhos vizinhos, de tanta insaciedade. Como católica diria que o pecado da gula, lembremo-nos, pecado capital, habita nas redondezas. Como se não bastasse, adivinha quem é que eles querem comer?????.....Começa por A e acaba em A...com um E pelo meio...
Ah pois!!! Que dias prazenteiros, aqueles em que pássaros de apetite desviante comem as minhas queridas fazedoras de mel!

Encerro a minha argumentação e primeiro de muitos comentários.
AlexWarrior

De Freitinni disse...

Cara amiga Guerreira,

folgo em encontrá-la por aqui, os seus "inputs" serão concerteza uma contribuição inestímável para o enriquecimento deste mísero blog.

Dito isto, deixe-me dizer que os pecados, capitais ou não, fazem parte da vida e enriquecem-na significativamente, desde que esses pecados não prejudiquem nenhum dos intervenientes, sejam eles, passarinhos ou abelhinhas, de qualquer forma a ídeia de pecado está pejada de vício, isto deríva de uma interpretação errónea de uma mensagem que se pretende impôr como regra de vida e que consta em escritos presentes em téodíceias tradicionais que fazem parte da nossa herança cultural, o facto desta dificuldade de interpretação ocorrer na nossa sociedade, não significa que a devamos aceitar como dogma.

Mas de gulosos todos temos um pouco, e quando o que se nos apresenta nos agrada significativamente, degustamos com agrado e satisfação, e muitas vezes repete-se a dose durante a mesma refeição, umas vezes de forma mais delicada e outras de forma mais contundente.

Acredito que muitas vezes o passarinho debica a abelhinha com tanto carinho que ela nem se importa de ser debicada.

O passarinho concerteza gostaría de voltar a degustar a mesma abelhinha e acredito que em algumas situações seja uma possibilidade, assim queiram os intervenientes.

Não se trata por isso de uma perturbação de ordem alimentar, mas antes de um acto de comunhão de interesses e desejos.

Beijo Grande e aguardo ansiosamente pelo próximo comentário.

eh eh eh

Unknown disse...

Permita-me amigo equivocado, de esclarecê-lo:

De forma alguma metaforizei o meu simples e escorreito ponto de vista, e olhe que é o ponto de vista de um r/c rodeado de árvores que por sua vez estão pejadas de ninhos, logo, a sua vil insistência em lhe colocar qualquer tipo de intenção...well, é pura projecção do amigo equivocado.Apenas fui realista ao descrever a minha percepção.

Segundo, eu jamais disse mal de um pecado, deste ou de outro!Apenas referi a situação do ponto de vista católico, não atribuindo qualquer aprovação ou simpatia na castração de vícios ou comportamentos que esse mesmo ponto de vista acarreta, mas sim, como instrumento para deteriorar a visão do apetite ornintológico. Ou seja, apenas plagiei a hipérbole alheia.

Terceiro: se pretende, amigo equivocado, (e entrando na sua esfera metafórica), que os passarinhos da sua imaginação debiquem belas e doces abelhas, isso é assunto seu. O que não entendo é onde encaixa o tema leoa (apenas abordado futilmente), nesta cadeia alimentar...

Até à próxima
AlexWarrior

De Freitinni disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
De Freitinni disse...

My dearest,

Também eu fui realista no meu ponto de vista, porque não podem os passaritos e as belas abelhinhas do seu jardim ou de outro lado qualquer, apreciar a degustação com o mesmo entusiasmo que nós próprios?

Não é necessário que a minha cara amiga dê carga negativa ao Pecado porque etimológicamente, sempre foi um termo usado dentro de um contexto religioso, que designa todas as transgressões de Lei ou de princípios, éticos ou normas morais, em suma desobediência à vontade de Deus. Fiquei surpreso quando disse que usou o termo apenas como instrumento para deteriorar a visão do apetite ornintológico, pois eu sempre pensei que a sua míopia fosse apenas obra do acaso. (eheh).

Efectivamente, pretendo que o passarinho debique a bela e doce abelha na sua vizinhança, não na minha imaginação mas na esfera do real, mas não aceito, de todo, o assunto como sendo só meu.

A Leoa (não abordada futilmente), representa, coragem, força, beleza nos seus movimentos, e ferocidade pois onde mete os dentes deixa a marca, donde, tem toda a razão de ser a inclusão apenas da palavra que encerra nela mesma toda essa carga.

Ao Passarinho e á Abelha desejo tudo de bom e já agora também á minha amiga.

Beijo Grande.