terça-feira, 16 de outubro de 2007

Da saudade...



O dia inteiro com saudades, pior sentir-me feliz por ter saudades, pior aínda o desejo íncontrolável de pegar no meu corpinho, metê-lo na máquina diábólica que continua a aceitar por motivos desconhecidos à minha vontade e ao fim de tantos anos ao serviço do bem transportar corpos, ser a minha viatura e transportá-lo em velocidades menos próprias (leia-se ilegais), até junto da minha mais que tudo (de forma a evitar exageros comuns para quem padece de dificuldades na apreensão de conceitos, leia-se paixão da minha vida, mulher mai lindjona do mundo, o meu AMOR).

Longe de mim pensar que um dia alguém podería conseguir fazer de mim um ser (blaaaarrrrrgh) Querido, é sabido que em todas as pessoas existe a predisposição para tal, (a minha concerteza encontrava-se em parte incerta), mas efectivamente existe a forte probabilidade disso acontecer.

Posso definitivamente hoje dizer, aos imprestáveis deste mundo, que doravante, continuarei na mesma a tratá-los com desprezo, (ó fritos esta é para ti), mas sem qualquer ódio, embora dito desta forma, pareça que desceram um lugar no meu top de anormais, tal não é verdade, na realidade não há nada pior do que ser alvo de pena, logo esta pequena alteração no método apenas significa que eu vou continuar em frente e a viver melhor comigo próprio, (a chamada melhoría de mim e para mim, um bocadito mais refinado talvez), ou seja, não representa de todo uma melhoría de tratamento para quem carinhosamente seja identificado como alvo.

Como se nota, estou extremamente bem disposto e caridoso...

Um novo homem...

Gosto de estar assim...

2 comentários:

Abelha Rainha disse...

Querido-querido, mas não podia deixar de dar liberdade ao veneno. És maligno.

Beijo-bom.

De Freitinni disse...

Cara Abelha,
claro que não podia deixar de destilar um pouco de veneno, como sabes em pequenas doses até é terapêutico, não devo nem quero negar a minha essência como ser dual, no qual o bem e o mal convivem e competem, aflorando mais um ou outro conforme o meu estado de alma.
Sou maligno e sou benigno, não me sinto á vontade com o meio-termo, com o morno, com o ameno.
Mas o que me importa é que estou de bem com a vida...
Bj,
A